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<title>INSUA </title>
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<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 19:53:01 +0100</pubDate>
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<title>INSUA </title>
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	<title>As colores das marabillas(I)</title>
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		<dc:creator>Shabby</dc:creator>
	<description><![CDATA[<p><a href="http://nikhilrajput.freehostia.com/">Chillz Buddy...</a> <a href="http://live-infopedia.awardspace.com/">:)</a>
</p>
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	<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 10:19:59 +0100</pubDate>	</item>
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	<title>As colores das marabillas(I)</title>
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		<dc:creator>Corey</dc:creator>
	<description><![CDATA[<p>Solemn article. It make me lost in thoughts.</p>
<p><a href="http://www.alltranslationservices.com/">translation service</a><br />
<a href="http://www.lingo48.com/">language directory</a>
</p>
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	<pubDate>Thu, 13 Dec 2007 07:00:23 +0100</pubDate>	</item>
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	<title>AVISO E CON TEMPO</title>
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		<dc:creator>José André Lôpez Gonçâlez</dc:creator>
	<description><![CDATA[<p>Caros compatriotas, desde esta cidade lonjana de Alcalá de Henares tenho o gosto de saudar uma iniciativa de tanta importância.<br />
Mas, gostaria também de alguma aclaração que, desde o meu ponto de mira, é precisso remarcar.<br />
Um.- O livro de que se tratar tem por tíduo: SONHOS NA GAIOLA. versos para crianças, saiu editado em Março de 1977 polos Ser. Sociais dos trabalhadores da C.G.D. –Secção cultural, na colecção Flor de Girassol. Foram  5.000 exemplares dum livro belíssimo ilustrado por Branca/Camilo.<br />
Dous.- No prólogo do livro escrevem TAXATIVAMENTE os editores: “O autor deste volume nasceu e mora na Galiza, um país incluído na Espanha e que se situa a Norte do nosso Minho. Quem conhece as províncias portuguesas  minhota e transmontana e visitou a Galiza sabe decerto como são grandes as semelhanças existentes entre as paisagens e os povos dos dois lados da fronteira”<br />
Três.- É uma grande mágoa que haja galegos ainda que consideram o português como uma língua alheia e tomam do espanhol (ista si qué um língua estranha na nosa nação. A fala que nos coloniza) esquecendo, com todo o rebúmbio patriótico, o que já digeram vultos imprescindíveis do pensamento e das letras patrias:<br />
“A nobre Lusitánia<br />
os braços tende amigos,<br />
ós eidos bem antigos<br />
com um pungente afã;<br />
e cumpre as vaguedades<br />
dos teus soantes pinos,<br />
duns mágicos destinos,<br />
ó grei de Breogám.”<br />
(Eduardo Pondal, OS PINOS –Hino galego- em Queixumes dos pinos  e outros poemas, Edicións Castrelos, Segunda edição, Vigo, 1972, pág. 122)<br />
“Serás épica tuba<br />
e forte sem rival,<br />
que chamarás os filhos<br />
que alô do mundo estám,<br />
os bons filhos do Luso,<br />
apartados irmãos<br />
de nós por um destino<br />
invejoso e fatal.<br />
Cos robustos acentos,<br />
grandes, os chamarás,<br />
verbo do gram Camões,<br />
fala de Breogám!”<br />
(Eduardo Pondal, A FALA, em Queixumes dos pinos  e outros poemas, Edicións Castrelos, Segunda edição, Vigo, 1972, pág. 124)<br />
“Juntos no chão e com parelha história,<br />
Irmandados na fala e sentimento<br />
Fálanos, como nosa, a vossa glória”<br />
(Ramom Cabanilhas, AOS ESCOLARES LUSITANOS. Recebimento na Casa Galiza de Madrid, em Obra Completa, Ediciones Galicia, Centro Gallego de Buenos Aires, La Argentina, 1959, pág. 227)<br />
“Nengum galego culto deve consentir que a fala do seu povo –uma fala de príncipes, que ainda é senhora em Portugal e Brasil- seja escrava no pátrio lar, sem direito a ir à escola enm a apresentar-se como igual do castelhano”<br />
(Afonso Daniel R. Castelão, em Sempre em Galiza, Ediciós Galicia, Quarta Edição, Centro Gallego de Buenos Aires, La Argentina, 1974, cap. VIII, livro 3º, pág. 285)<br />
“Desejo, ademais, que o galego se acerque e confunda com o português”.<br />
(Afonso Daniel R. Castelão, Carta a Claudio Sánchez Albornoz, fotografada em Valentín Paz-Andrade, Castelao na luz e na sombra, pág. 596, Ediciós do Castro, A Corunha, 1982)<br />
“...para adaptar a nossa literatura aos leitores portugueses temos que admitir a sua ortografia, quer dizer, a hoje válida em Portugal, somente com aquelas modificações (bem pequenas por certo!) que exigem as diferenças da língua. Este caminho já foi seguido polos flamigantes na Bélgica, que houvérom de tomar a ortografia holandesa, o que lhes aumentou de maneira considerável os leitores. Fagamo-lo, pois!”<br />
(João Vicente Biqueira, Em Ensaios e poesias, Editorial Galaxia, Vigo, 1974, pág. 183)<br />
O mesmo Manuel María tem dito ALTO E CLARO<br />
- Que opinas do reintegracionismo?<br />
- Estou a favor. (.)<br />
- Entom valoras muito a postura de Carvalho Calero.<br />
- Eu cuido que si. A de Carvalho Calero e a de toda a AGAL.<br />
Eu sou sócio da AGAL e estou com eles (...)<br />
Em,  Xosé Maria del Caño, "Conversas con Manuel Maria"Vigo,  Ed. Xerais, Vigo, 1990.<br />
Este grande escritor publicou em galego com grafia histórica, ou portuguesa, dous livros de poemas:<br />
1.- Versos do lume e o vagalume, Galiza Editora, A Corunha, 1982.<br />
No exemplar que ele me regalara escreveu:<br />
“Pró amigo e companheiro, o poeta José André Lôpez Gonçâlez, estas saudades reintegradas, com uma aperta grande como a Terra Chã. Manuel Maria, Nadal, 1983.”<br />
2.- A Luz Ressuscitada, Associaçom Galega da Língua (AGAL), A Corunha, 1984.<br />
Finalmente, é de agradescer que a gente tente escrever no idioma pátrio, mas seria muito mais proveitoso se se utilizassem os sufixos própios: em –zom e -çom como têm escrevido João Manuel Pintos (orazón), Rosalia (devosón, emigrazón, recordazón). Dom Leandro Carré na parte VERBAS ROMATADAS EM CIÓN OU ZÓN, da sua ESPRICAZÓN OBRIGADA ao Diccionário Galego-castelán e vocabulário castelán-galego (outava edizón, Barcelona, 1984) escreveu:<br />
“Como esta forma é a equivalente da crásica terminazón çom e mais da ainda usada em Portugal ção (xa dixen devanceiramente que se pronunza igual: saon, sendo case mudo o a), coido que deve ser a que usemos no galego se habemos de conservar a pureza do nosso idioma” (pág. XX)... para que poida ser efectiva a letra do nosso hino:<br />
“A nossa voz pregoa<br />
A redenzom da boa<br />
Nazom de Breogám.”<br />
“A normativa ortográfica galega (e a normativa falada, engado à minha conta) depende do conceito que se tenha do território em que se usa o galego. Admitir que em Portugal, Brasil, Angola, Moçambique... se falam variedades do galego, conduz a elaborar a língua-padrom, para a escrita e para a fala, de modo que seja válida para a Galiza e concorde, no possível, cos padrons lingüísticos usados nesses territórios.”<br />
(Estudo Crítico das Normas ortográficas e morfolóxicas do idioma galego (I.L.G. – R.A.G.) 1982, Comissom Língüística da Associaçom Galega da Língua – AGAL, A Corunha, 1983, pág. 31-32)<br />
Um abraço muito forte para vocês, irmãos e adiante com a nossa cultura e País.
</p>
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	<pubDate>Sun, 03 Dec 2006 12:42:37 +0100</pubDate>	</item>
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